A finalidade deste Blog é conhecer e compartilhar sobre as diferenças culturais entre vários paises sem criticar ou julgar os costumes de cada um.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Poliandria


As famílias poliândricas que vivem isoladas nas montanha do Himalaia, no norte da Índia, quase fronteira com o Tibet. A poliandria consiste no casamento de uma mulher com vários homens .
Atualmente, a maioria dos ocidentais encara a monogamia como uma forma "normal" de casamento. Mas ao que se constatou, práticas estritamente monogâmicas são minoria. Na verdade, culturas que praticam alguma forma de poligamia excedem, em grande número, as culturas monogâmicas. Alguns críticos sugerem que a prática ocidental de freqüentes divórcios e seguidos casamentos representa uma forma de poligamia. No entanto, a maioria dos antropólogos a considera como monogamia em série, pois ninguém se casa com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
O povo Nyinba, do Nepal, pratica a poliandria fraterna. Poliandria é uma forma de poligamia em que uma mulher tem vários maridos. Na cultura Nyinbian, quando uma mulher se casa com um homem, ela também se casa com todos os seus irmãos. Todos os irmãos têm igual acesso sexual à esposa e toda a família cuida das crianças, embora reconheçam cada irmão como pai de uma determinada criança. Este tipo de estrutura matrimonial concentra a riqueza e recursos de todos os irmãos dentro da família e também as terras e riquezas de seus pais.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Cristã paquistanesa vai ser executada por blasfêmia. Mais de 30 condenados por críticas ao islão foram mortos em ataques de radicais.


Asia Bibi está perto de se tornar a primeiramulher a ser executada no Paquistão pelo crime de blasfémia contra o profeta Maomé, se não for revista, pelo tribunal de recurso de Lahore, a pena de enforcamento a que foi condenada dia 7 por um juiz da cidade de Nankana, localidade na província do Punjab.
Os cristãos representam menos de 3% dos 167 milhões de habitantes do Paquistão.
A situação da católica paquistanesa, de 45 anos, foi ontem referida pelo Papa Bento XVI ao mencionar a “difícil situação” dos cristãos naquele país, onde são “frequentes vezes vítimas de violências e discriminações”.
“Manifesto hoje, de modo particular, a minha solidariedade para com a senhora Asia Bibi e sua família. Peço que lhe seja restituída a plena liberdade, o mais rapidamente possível”, afirmou Bento XVI, que falava na Praça de São Pedro, em Roma.


Fonte: http://www.teleios.com.br/tag/mulher/page/2/

Jéssica Clarissa.

Irã executa ex-amante de jogador de futebol


Shala: confissão retratada e protesto durante julgamento


A ex-amante de um famoso jogador de futebol do Irã foi executada na manhã desta quarta-feira em Teerã, apesar de apelos internacionais por clemência. Shala Jahed foi enforcada ao amanhecer no pátio da prisão de Evin.
Presa há nove anos, a iraniana tinha sido condenada pelo assassinato, a facadas, de Laleh Saharkhizan, esposa de Naser Mohammadkhani, estrela do futebol que alcançou fama nos anos 80 e 90. Sua condenação foi baseada em uma suposta confissão, que ela depois disse ser falsa durante um julgamento público.
Na terça-feira, o grupo de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional disse que havia provas consideravelmente boas de que ela tinha sido condenada erradamente.
Seu caso ganhou ainda mais notoriedade após o apelo internacional contra o apedrejamento de Sakineh Ashtiani, acusada de trair e matar seu marido.
Jahed era considerada uma “esposa temporária” do jogador. Autorizado pela lei iraniana, um casamento temporário pode durar de alguns dias a alguns anos, desde que o marido arque com as despesas da mulher. A união pode, em seguida, ser anulada ou renovada.


Fonte: http://www.teleios.com.br/tag/mulher/page/2/

Jéssica Clarissa

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Execuções precipitadas na china

A organização considera que as declarações das autoridades chinesas após os distúrbios dificultaram imensamente a realização de um julgamento justo
                         
As autoridades chinesas devem garantir que toda pessoa acusada de ter cometido algum crime durante os distúrbios de julho na Região Autônoma Uigur de Sin-kiang seja julgada com as devidas garantias e sem possibilidade de ser condenada à morte, afirmou a Amnesty International em 10 de novembro de 2009.
  
O jornal China Daily noticiou, em nove de novembro, que as autoridades processaram mais 20 suspeitos de crimes como assassinato, incêndio criminoso e roubo, associados aos distúrbios de julho.
  
O julgamento é seguido da execução de oito uigures e um chinês da etnia han, anunciada ontem pelas autoridades, que, contudo não informaram a data das execuções, apenas que foram realizadas, uma vez que o Tribunal Supremo Popular revisou e confirmou as sentenças.
  
“Com a execução precipitada destas pessoas após julgamentos injustos, as autoridades chinesas perpetuam algumas injustiças que contribuíram para desencadear a violência” disse Roseann Rife, diretora adjunta do Programa Regional da Amnesty International para a Ásia e a Oceania.
  
Estas nove pessoas estavam entre as vinte e uma que foram julgadas e condenadas em outubro em relação com os distúrbios de julho. A três delas foram impostas sentenças condicionais de morte. As demais foram condenadas a longas penas de prisão. Seus julgamentos duraram menos de 24 horas e o Tribunal Popular Superior da Região Autônoma Uigur de Sin-kiang confirmou as condenações em 30 de outubro.
  
A Amnesty International considera que as declarações das autoridades chinesas após os distúrbios dificultaram enormemente a realização de um julgamento justo. Em julho, o secretário do Partido Comunista de Urumqi declarou durante uma entrevista com a imprensa que “os criminosos selvagens serão condenados à morte”.
  
Os acusados foram privados de representação jurídica de sua escolha e as autoridades judiciais de Pequim pressionaram os advogados de direitos humanos para não assumirem a defesa dos acusados.
  
A Amnesty International considera motivo de preocupação a falta de transparência e abertura dos julgamentos, que não foram anunciados publicamente nem tiveram a presença de observadores no Tribunal.
  
“Dado o alto número de detenções anunciadas pelas autoridades chinesas em relação com os distúrbios de julho, dezenas de julgamentos ainda poderão ser realizados e possivelmente resultarão em mais execuções. O governo chinês deve garantir que os julgamentos se realizem de acordo com as normas internacionais de direitos humanos, com transparência e sem recorrer à pena de morte” disse Roseann Rife.
  
A organização de direitos humanos entrevistou testemunhas após os distúrbios que acusaram as autoridades de fazer uso excessivo da força contra manifestantes pacíficos, como espancamentos, o uso de gás lacrimogêneo e disparos diretamente contra a multidão.
  
A Amnesty International pede às autoridades chinesas que analisem todos os atos de violência registrados durante os distúrbios de julho, inclusive a possibilidade do uso excessivo da força por parte das forças de segurança, contra os uigures que se manifestavam pacificamente.
  
“Um processo que não investiga claramente os delitos e ignora as causas subjacentes dos distúrbios só irá perpetuar as tensões e a sensação de injustiça entre os grupos étnicos minoritários” concluiu Roseann Rife.


Sâmara Conceição

Já pensou se esses costumes chegam aqui no Brasil!

Etnia herero, que habita a região central de Angola, na África é composta por pastores    polígamos e seminômades.
 Os herero possuem costumes completamente diferentes. O gado que eles criam é parte da dieta, com leite e  carne. Eles desprezam o peixe e ocasionalmente caçam e coletam frutos. Apesar de ter acesso a água, o povo não toma banho e protege a pele com uma espécie de manteiga misturada com raspas de uma pedra rica em óxido de ferro. 
Mas não tomar banho é a faceta menos intrigante desse povo. Todas os bebês meninos devem ser circuncidados e as meninas, assim que menstruam, devem fazer sexo com um primo para prepará-la para o casamento. “Eventualmente, algumas engravidam. Se já estiverem prometidas a um marido, o filho será considerado como sendo dele. Caso contrário, será do primo que a engravidou” .


http://amirelaouar.com/2010/06/18/poligamia-feminina-na-etnia-herero/

Roberta Brasil

Poligamia em relação às mulheres

Poliandria é uma forma de poligamia em que uma mulher tem vários maridos. A poliandria é rara, mas existe. No nosso país na região do Pará a tribo Zoe, uma mulher pode ter vários maridos, incluindo jovem a quem ensina as artes necessárias para que se tornem bons esposos, em troca de peças de caça para alimentar o restante da família.
O povo Nyinba, do Nepal, pratica a poliandria fraterna. Na cultura Nyinbian, quando uma mulher se casa com um homem, ela também se casa com todos os seus irmãos. Todos os irmãos têm igual acesso sexual à esposa e toda a família cuida das crianças, embora reconheçam cada irmão como pai de uma determinada criança. Este tipo de estrutura matrimonial concentra a riqueza e recursos de todos os irmãos dentro da família e também as terras e riquezas de seus pais.
Texto extraído do site
Marise Gomes